Além dos Muros da Universidade
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<p style="text-align: justify;">ISSN: 2675-3693<br>O Periódico busca contribuir com a reflexão e a socialização de conhecimento sobre água, mulheres e educação. Esses temas podem ser resultantes de pesquisas, trabalho de extensão, ensaios teóricos ou discussões atuais inéditas. Também aceitam artigos de revisão. Publica textos em português, espanhol ou inglês.<br>Publicação do Programa de Extensão do Núcleo da Cátedra Unesco: Água, Mulheres e Desenvolvimento (NUCAT) da Escola de Minas (EM) da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e do Programa de Pós-Graduação - Mestrado profissional - em Sustentabilidade Socioeconômica Ambiental - UFOP.<br>Periodicidade semestral.</p>Universidade Federal de Ouro Pretopt-BRAlém dos Muros da Universidade2675-3693<p><span style="font-weight: 400;">Os autores mantém os direitos autorais dos documentos publicados na </span><strong>Alemur</strong><span style="font-weight: 400;"> e cedem à revista o direito de publicação dos texto e seus metadados (em múltiplos suportes e formatos), inclusão em bases de dados e assinatura de acordos de indexação atuais e futuros (mesmo com licenças menos restritivas, para os textos, ou sem restrições, para os metadados), de modo a garantir a indexação do documento publicado e seus metadados. </span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Todos os documentos publicados são distribuídos em acesso aberto, nos termos da </span><a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/"><span style="font-weight: 400;">Licença Creative Commons Atribuição - Não-Comercial 4.0 Internacional (CC-BY-NC)</span></a><span style="font-weight: 400;"> que permite o uso, a distribuição e reprodução em qualquer meio desde que sem fins comerciais e que o artigo, os autores e o periódico sejam devidamente citados; garantindo uma ampla disponibilização do conhecimento científico e democratização do acesso.</span></p> <p>A <strong>Alemur</strong> não só autoriza como incentiva que os autores e as equipes técnicas de repositórios digitais e outras bases de dados não comerciais depositem cópias dos artigos publicados em blogs pessoais, sites profissionais e locais semelhantes (sempre oferecendo a referência detalhada do documento), nos termos da <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/br/">Licença Creative Commons Atribuição - Não-Comercial 4.0 Internacional (CC-BY-NC)</a>.</p>Sustentabilidade, energia e esgoto sanitário
https://periodicos.ufop.br/alemur/article/view/8446
Rosangela Maria Ferreira da Costa e Silva
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2026-01-292026-01-291110000A cultura da qualidade no rastreamento do câncer de colo do útero
https://periodicos.ufop.br/alemur/article/view/8261
<p>O rastreamento do câncer do colo do útero (CCU) no Brasil enfrenta desafios relacionados à qualidade dos cadastros de base populacional e à baixa cobertura. Este artigo relata uma experiência em Ouro Preto-MG que utilizou a análise de dados como ferramenta para qualificar o processo de trabalho na Atenção Primária à Saúde. A partir de um diagnóstico que revelou inconsistências nos sistemas e-SUS e AppCidades e mais de 60% de mulheres com exame em atraso, foram realizadas reuniões participativas com as equipes de 23 Unidades Básicas de Saúde. A intervenção resultou na redução da divergência de cadastros entre os sistemas (de 16% para 12%), na diminuição de inconsistências-chave, como ausência de endereço (de 31% para 19%), e na regularização do exame para 516 mulheres. A experiência demonstrou que a qualificação dos dados aliada à mobilização das equipes é fundamental, mas a superação da baixa cobertura exige também abordar fatores como a distribuição de trabalho entre os profissionais nas equipes de saúde. Conclui-se que o fomento a uma cultura de qualidade, baseada no uso colaborativo de dados, é uma estratégia potente para fortalecer o rastreamento do CCU.</p>Nicole Keller Silva RabeloGiselle Aparecida de Souza RezendeCláudia Martins Carneiro
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2026-01-292026-01-29111010810.70615/alemur.v11i1.8261Bem me quero:
https://periodicos.ufop.br/alemur/article/view/8250
<p>O presente relatório descreve a experiência de um mutirão de saúde, como ação pontual de extensão, voltado para a saúde da mulher. A iniciativa foi realizada na Unidade Básica de Saúde (UBS) Vida, no distrito de Cachoeira do Campo, Ouro Preto/MG, com o objetivo de ampliar o acesso a ações preventivas. As atividades incluíram coleta de material citopatológico, testagem rápida para infecções sexualmente transmissíveis, orientações sobre planejamento reprodutivo e encaminhamento para mamografia. A ação contou com a participação de estudantes do curso de medicina da UFOP, da equipe da UBS e agentes comunitários de saúde. Foram atendidas 15 mulheres com a realização de exames ginecológicos e escuta qualificada. A intervenção demonstrou a efetividade de ações organizadas e interdisciplinares para reduzir a demanda reprimida por exames preventivos na Atenção Primária. O mutirão contribuiu diretamente para a promoção da saúde e para a equidade no acesso a serviços essenciais do Sistema Único de Saúde (SUS) local.</p>Nicole Keller Silva RabeloGleidson Guilherme Carvalho da SilvaStephanie Rafaela Rodrigues de CarvalhoCaio Felipe Silva GomesFernando Viegas AraújoAna Clara Xavier de Souza LimaRenan Lima VieiraAna Carolina Aparecida de Souza RamosIgor Rabelo SilveiraGustavo Valadares Labanca Reis
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2026-01-292026-01-29111091510.70615/alemur.v11i1.8250Ações de educação alimentar e nutricional para pessoas com deficiência intelectual
https://periodicos.ufop.br/alemur/article/view/8196
<p>Trata-se de um programa de Educação Alimentar e Nutricional desenvolvido na APAE-Cuiabá, com foco nos estudantes com deficiência intelectual. A prevalência de obesidade na população com deficiência intelectual é maior do que na população geral, devido a diversos fatores que impactam especialmente no consumo alimentar destes indivíduos. No presente trabalho, descreve-se as ações de educação alimentar e nutricional realizadas entre 2022 e 2025 com o objetivo de contribuir para a melhoria dos hábitos alimentares, com foco especial no consumo de vegetais, visando a redução na prevalência de excesso de peso. Participaram das ações os estudantes que frequentavam regularmente as atividades curriculares da APAE, totalizando 60 indivíduos com idade entre 19 e 69 anos. No diagnóstico educativo identificou-se baixo consumo de vegetais e elevada prevalência de excesso de peso (70%). Foram realizadas 19 ações de educação alimentar e nutricional, que foram executadas aproximadamente a cada dois meses. Procurou-se adotar metodologias participativas em todas as ações. Observou-se uma pequena redução na prevalência de excesso de peso dois anos após o início das ações (de 70% para 66,7%), que, embora não possa ser atribuída exclusivamente às ações desenvolvidas, acredita-se que em parte, elas possam ter contribuído para o resultado observado.</p>Ana Paula Alves de SouzaDamiana Diniz RosaJasmim Esmeralda Silva LimaAna Beatriz ArrudaLarissa Serra CocaTerezinha FerreiraLorena Fonseca
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2026-01-292026-01-29111162310.70615/alemur.v11i1.8196Além do corpo:
https://periodicos.ufop.br/alemur/article/view/8249
<p>Esta revisão bibliográfica de caráter qualitativo analisa o impacto psicológico do diagnóstico de doenças crônicas em pacientes e familiares. As buscas foram realizadas entre agosto e setembro de 2025 em SciELO, LILACS, PePSIC, BVS e periódicos institucionais, utilizando descritores relacionados a doenças crônicas, saúde mental e adaptação psicológica. Após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados 12 estudos para leitura integral. Os resultados evidenciam que o diagnóstico é frequentemente vivenciado como um evento traumático, estabelecendo uma relação bidirecional entre doença crônica e sofrimento psicológico, com elevada prevalência de ansiedade, depressão e dificuldades de adaptação. O adoecimento repercute sobre todo o sistema familiar, aumentando a sobrecarga dos cuidadores e reduzindo a qualidade de vida dos envolvidos, com prejuízos funcionais, sociais e emocionais. Em crianças e adolescentes, o impacto afeta o desenvolvimento e a rotina escolar. Conclui-se que a abordagem exclusivamente biomédica é insuficiente, sendo essencial adotar um cuidado integral, humanizado e multiprofissional. Estratégias como comunicação empática do diagnóstico, suporte contínuo à família e integração do cuidado psicológico mostram-se fundamentais para mitigar o sofrimento e promover saúde de forma mais abrangente.</p>Nicole Keller Silva RabeloIzabelle Catherine Silva Rabelo
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2026-01-302026-01-30111243110.70615/alemur.v11i1.8249