Sonho e embriaguez: o duplo estético nietzschiano em “Verde lagarto amarelo”, de Lygia Fagundes Telles

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.58967/caletroscopio.v5.n9.2017.3776

Palabras clave:

Duplo, Apolíneo, Dionisíaco, Friedrich Nietzsche, Lygia F. Telles.

Resumen

Este trabalho promove uma análise crítica do conto “Verde lagarto amarelo”, de Lygia Fagundes Telles, texto em que será explorado o tema do duplo a partir da filosofia de Friedrich Nietzsche. A rivalidade entre os irmãos Eduardo e Rodolfo será estudada como uma projeção dos conceitos nietzschianos ligados àquilo que o filósofo chama de metafísica de artista, em que as imagens de Apolo e Dioniso simbolizam dois impulsos artísticos opostos, a saber: o sonho e a embriaguez. Nosso objetivo é expor uma concepção de duplo em que a divisão – ou cisão opositiva −, seja entendida como um método de representação de dois ideais artísticos bem distintos, mas que, apesar de opostos, se fazem complementares, distanciando-se da perspectiva dialética com que o tema do duplo tende a ser estudado e como habitualmente se faz representado literariamente.

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Biografía del autor/a

  • Kelio Junior Santana Borges, Universidade Federal de Goiás

    Aluno regular do Curso de Pós-Graduação em Letras e Linguística da Universidade Federal de Goiás. Mestre em Letras e Linguística pela UFG. Professor de Língua Portuguesa do Instituto Federal de Goiás, Campus Aparecida de Goiânia.

     

  • Maria Zaira Turchi, Universidade Federal de Goiás
    Doutora pelo Centre de Recherches Sur L’Imaginaire, Universidade de Grenoble/França. Professora Titular do PPGLL da Universidade Federal de Goiás.

Referencias

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Publicado

2017-12-30

Número

Sección

Artigos - Fluxo contínuo