Poesia e cinema: uma forma de representação do mundo e do tempo

Autores

  • Ana Lúcia Costa Barbosa Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) / Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais.

DOI:

https://doi.org/10.58967/caletroscopio.v4.nesp.2016.3628

Resumo

Este artigo visa a analisar a técnica compositiva de três poemas de Carlos Drummond de Andrade, a saber: “Consideração do poema” “Procura de poesia” e “Canto ao homem do povo Charlie Chaplin”, presentes em A rosa do povo, escrito entre 1943 a 1945. Os dois primeiros poemas mereceram de diferentes críticos análises diversas. Alguns assumem posições divergentes, reconhecendo-se no primeiro a função predominante da linguagem, enquanto o outro estaria mais atrelado ao compromisso social. Outras tendências críticas defendem que os dois poemas compõem um todo coerente, estando, ambos, erigidos de acordo com a concepção dialética de gênero lírico. Propõe-se, também, a discutir as relações entre poesia e cinema, entendendo-os como formas de representação cultural de um tempo histórico. O “Canto ao homem do povo Charlie Chaplin” estabelece um diálogo com seu tempo, abordando temas como a luta pela sobrevivência, o protesto contra a fome e a brutalidade dos tempos modernos.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Biografia do Autor

  • Ana Lúcia Costa Barbosa, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) / Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais.
    Mestre em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais - SEE-MG, Betim, Minas Gerais, Brasil

Downloads

Edição

Seção

Artigos