Escrita e corpo em Antonin Artaud

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.70446/ephemera.v3i4.4183

Palabras clave:

corpo, Antonin Artaud, sujeito, escrita de si

Resumen

Busca-se investigar neste artigo como se dá a constituição do sujeito em Artaud na carta que este dirige a Wladimir Porché em 4 de fevereiro de 1948. Nesta carta, Artaud expressa sua revolta frente à censura que sofreu sua produção radiofônica Para acabar com o juízo de Deus. A partir do conteúdo desta carta, a autora discute como em Artaud a constituição do sujeito transcorre, necessariamente, pela noção de corpo. Diferente do que Foucault apresenta a respeito dos ascéticos, os quais buscavam na escrita de si uma espécie de fuga dos maus pensamentos ao eliminá-los pela escrita, Artaud toma a escrita como lugar para problematizar a noção de corpo e, consequentemente, do pensamento, para atingir os mais diversos modos de julgamentos que operam na constituição dos corpos ordinários.

 

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Biografía del autor/a

  • Marcelise Lima de Assis, UNEB
    Marcelise Lima de Assis é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Crítica Cultural do Departamento de Linguística, Literatura e Artes da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). 

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Publicado

2020-05-01

Cómo citar

Escrita e corpo em Antonin Artaud. Ephemera: Revista do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal de Ouro Preto, v. 3, n. 4, p. 184–195, 1 may2020.