Fissuras pós-abissais em espaços demarcados pela bipedia compulsória na dança

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.70446/ephemera.v3i5.4386

Palabras clave:

artista com deficiência, bipedia compulsória, dança

Resumen

Este artigo reflete sobre a formação e a profissionalização de artistas com deficiência, no Brasil. Busca-se identificar aspectos que dificultam a inserção dessas pessoas no campo da Dança, apresentando a “bipedia compulsória”, conceito em desenvolvimento pelo autor, como fator de exclusão e manutenção das relações de poder sobre esses corpos. Procura-se, ainda, compreender o pensamento pós-abissal (SANTOS, 2010) como alternativa para borrar as fronteiras impostas pelo pensamento hegemônico na Dança.

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Biografía del autor/a

  • Carlos Eduardo Oliveira do Carmo, Universidade Federal da Bahia (UFBA)

    Artista-pesquisador e doutorando no Doutorado Multiinstitucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento (UFBA-UNEB-IFBA-UEFS-LNCC-SENAI-CIMATEC). Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Dança da Universidade Federal da Bahia (PPGDANÇA/UFBA). Graduado em Belas Artes tambpem pela UFBA. E-mail: eduimpro@gmail.com.

Publicado

2020-07-21

Cómo citar

Fissuras pós-abissais em espaços demarcados pela bipedia compulsória na dança. Ephemera: Revista do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal de Ouro Preto, v. 3, n. 5, p. 40–61, 21 jul.2020.