Caminhos da escuta

presença sonora e escuridão

Autores

DOI:

https://doi.org/10.70446/ephemera.v1i1.1660

Palavras-chave:

atuação, trabalho vocal do ator, escuridão, presença sonora

Resumo

Impulsionado pelo processo de composição e pelas apresentações do espetáculo Motriz, criado por Juliana Mota e Maria Clara Ferrer em 2016, o presente artigo busca demonstrar como a escuridão pode ser pensada como uma rica e importante ferramenta para o trabalho vocal do ator, potencializando aquilo que definimos aqui como presença sonora.

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Publicado

2018-12-22

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Caminhos da escuta: presença sonora e escuridão. Ephemera: Revista do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal de Ouro Preto, v. 1, n. 1, p. 23–30, 22 dez.2018.