https://periodicos.ufop.br/libertas/issue/feed Libertas: Revista de Pesquisa em Direito 2026-06-03T18:29:08-03:00 Profa. Dra. Iara Antunes de Souza iara@ufop.edu.br Open Journal Systems <p><span style="font-weight: 400;">ISSN: 2319-0159</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">A </span><strong>Revista Libertas</strong><span style="font-weight: 400;">, periódico vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal de Ouro Preto (PPGD/UFOP), publica trabalhos que representem relevantes contribuições e novos conhecimentos acerca do Direito, com ênfase na sua área de concentração “Novos Direitos, Novos Sujeitos” e nas suas linhas de pesquisa.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">A área de concentração e as linhas de pesquisa do PPGD/UFOP podem ser conhecidas em: </span><a href="http://novosdireitos.ufop.br/area-de-concentracao/"><span style="font-weight: 400;">http://novosdireitos.ufop.br/area-de-concentracao/</span></a><span style="font-weight: 400;">&nbsp; e </span><a href="http://novosdireitos.ufop.br/linhas-de-pesquisa/"><span style="font-weight: 400;">http://novosdireitos.ufop.br/linhas-de-pesquisa/</span></a><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Recebimento em fluxo contínuo. Publicação semestral contínua.</span></p> https://periodicos.ufop.br/libertas/article/view/8227 Justiça Crítica, Gênero e Família 2025-12-23T09:25:06-03:00 Rafaela Leite leitefrafaela@gmail.com <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">O artigo tem como objetivo investigar se a teoria crítica de justiça de Gustavo Pereira oferece instrumentos para enfrentar as desigualdades de gênero no âmbito familiar. A pesquisa adota metodologia própria da teoria política normativa, distinta da abordagem empírica. Fundamenta-se em proposições e juízos avaliativos sobre instituições sociais, utiliza a exegese textual e orienta-se por problemas, examinando a dimensão normativa de uma questão pública contemporânea: a especialização de gênero. O marco teórico adotado é o modelo de justiça crítica formulado por Gustavo Pereira, estruturado em torno do <em>telos</em> da autonomia por reconhecimento recíproco. O problema central analisado consiste na capacidade desse modelo enfrentar a especialização de gênero, a qual atribui às mulheres funções de cuidado e tarefas domésticas, perpetuando desigualdades materiais e simbólicas e restringindo sua capacidade de agência. Conclui-se que a métrica das capacidades e os princípios da suficiência e da diferença permitem neutralizar preferências adaptativas, apoiar políticas institucionais (como creches públicas, licença parental igualitária e flexibilização do trabalho) e valorizar um <em>ethos</em> democrático igualitário. Conclui-se que a teoria crítica oferece recursos valiosos para reconfigurar práticas familiares e promover igualdade de dignidade, desde que reconheça o gênero como obstáculo estrutural.</span></p> 2025-12-22T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Libertas: Revista de Pesquisa em Direito https://periodicos.ufop.br/libertas/article/view/4569 A VULNERABILIDADE DA MULHER E A VIOLÊNCIA DIGITAL: 2026-06-03T18:29:08-03:00 Dirceu Pereira Siqueira dpsiqueira@uol.com.br Raiza Eloa Brambilla Catanio raizaeloa@hotmail.com <p>Este artigo examina os direitos da personalidade das mulheres e a proteção de seus direitos humanos, frente às violências sofridas no meio digital. Aborda a articulação dos movimentos feministas na busca pela autonomia feminina e demonstra como fatores de gênero tornam-se critérios diferenciadores entre homens e mulheres, lhes conferindo papéis socialmente distintos. O estudo faz conexão entre a trajetória de movimentos femininos e as violências praticadas contra as mulheres no âmbito da internet, que refletem sobre os padrões patriarcais socialmente aceitos e a incidência da desigualdade como forma de exclusão do público feminino, além da falha da humanidade em promover o indivíduo além de suas características físicas, biológicas e pessoais. O direito é aparato essencial para a promoção da igualdade e inclusão das minorias e grupos oprimidos. Para o desenvolvimento da pesquisa empregou-se como forma de metodologia, uma revisão bibliográfica, adotando o método hipotético-dedutivo, utilizando argumentos gerais e criando argumentos pessoais, para apontar as dificuldades enfrentadas pelas mulheres no atual período, suas dificuldades e vulnerabilidades, a luta pela igualdade de gênero e repressão a quaisquer tipos de violências.</p> 2026-06-03T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Libertas: Revista de Pesquisa em Direito