Belém do Grão-Pará: Signos da ruína e da decadência no romance de Dalcídio Jurandir

Ivone dos Santos Veloso, Alex Santos Moreira

Resumo


No romance Belém do Grão-Pará (1960), de Dalcídio Jurandir, é observável as ruínas deixadas pela decadência do ciclo econômico da Borracha que anunciava o progresso na Amazônia. Nessa perspectiva, considerando alguns pressupostos do pensamento de Walter Benjamim, fazemos uma breve análise desse romance apontando alguns signos da ruína que permeiam a narrativa dalcidiana, reatualizando e inserindo esse romance na tradição do imaginário da decadência. 


Palavras-chave


Linguagem; Memória Cultural; Literatura

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Caletroscópio - Revista do Programa de Pós-graduação em Letras: Estudos da Linguagem da Universidade Federal de Ouro Preto

ISSN (on-line): 2318-4574 

Qualis CAPES: A4 (2017-2018)

Qualis CAPES: B2 (2013-2016)


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