Kant, o suprassensível e o surrealismo
DOI:
https://doi.org/10.69640/raf.v19i37.7846Keywords:
Kant; Suprassensível; Surrealismo, BretonAbstract
Em carta, de 20-08-1954, à conhecida escritora norte-americana, sua amiga Mary McCarthy, Hannah Arendt escreveu que o crucial, na filosofia de Kant, é que, para ele, a mais elevada das faculdades humanas é a de julgar (e não a de raciocinar, como em Descartes, ou a de estabelecer conclusões uma após a outra, como em Hegel). É sobre o ato de ajuizar que discorreremos neste texto, seguindo o desenrolar do pensamento kantiano, para nos aproximarmos do surrealista.
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