Diálogo com André Prous sobre sua trajetória no estudo da arte rupestre
DOI:
10.69640/raf.v20i40.8389Palavras-chave:
André Prous, arte rupestre, diálogo, entrevista, metodologiaResumo
Este texto traz um diálogo com André Prous, professor titular aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais, membro da Missão Francesa e da Missão Franco-Brasileira, fundador do Setor de Arqueologia do Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. O diálogo teve como objetivo tratar da sua trajetória nas pesquisas de Arte Rupestre no Brasil, das quais é profundo conhecedor, de forma a evidenciar as formas pelas quais construiu sua abordagem e que foi influenciado pelo próprio acervo de pinturas e gravuras existentes em território nacional e a construção de sua percepção das estéticas indígenas pré-coloniais. O texto trata de temas como os interesses de Prous sobre a arqueologia brasileira, as razões pelas quais iniciou os estudos de arte rupestre e os percursos que experimentou desde sua juventude até a maturidade para consolidar métodos e técnicas justas ao contexto rupestre encontrado no Brasil.
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