Um Notável déficit de bios

Autores

DOI:

https://doi.org/10.69640/raf.v20i39.7735

Palavras-chave:

agência corporificada, plasticidade, teleologia interna, ideal escultórico

Resumo

Demonstro como a crítica hegeliana ao ideal plástico, na escultura grega, fornece um modelo negativo para a agência corporificada. Antes de apontar uma rejeição à corporeidade, Hegel condena a escultura grega por sua incapacidade para expressar o corpo humano em sua efetividade – sua capacidade para agir. Assim, situo a posição hegeliana acerca da “bela harmonia” grega, na qual a escultura incorporaria as limitações e contradições daquela forma de vida. Isso me permitirá ler a maneira distinta como a plasticidade será incorporada nas individualidades humanas e divinas enquanto diagnóstico de época. Finalizo mostrando como Hegel nem renega a natureza humana, nem abandona a condição corporificada do espírito, e sim encontra a verdade da corporeidade na atividade orgânica de agentes singulares.

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Biografia do Autor

  • Pedro Pennycook, University of Kentucky

    Doutorando em Filosofia na Universidade do Kentucky, com bolsa CAPES-Fulbright de Doutorado Pleno. Mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Pernambuco.

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Publicado

2026-02-04

Edição

Seção

Arte e Teoria Crítica