O cinema antes do cinema

do pan-cinema à pré-história

Autores

  • Tiago Penna UFAL - Universidade Federal de Alagoas

DOI:

10.69640/raf.v20i40.8229

Palavras-chave:

Cinema das cavernas, Pinturas rupestres, Experiência estética

Resumo

A partir da contextualização conceitual e programática de nosso cotidiano hodierno, repleto de imagens técnicas, buscamos estabelecer uma espécie de definição ontológica e ontogênica da arte cinematográfica, a partir daquilo que ela proporciona por meio da projeção de imagens em movimento: a experiência estética audiovisual. Seria possível compreender, assim, o cinema enquanto linguagem artística, que pode, inclusive, se distanciar radicalmente de uma certa gramática cinematográfica holywoodiana, devedora, como sabemos, da Poética de Aristóteles. Sendo assim, ao voltarmos por meio da imaginação aos "tempos das cavernas", entendemos que muitas das pinturas rupestres atuavam como sintagmas de um proto-cinema, por visarem representar o movimento inerente aos animais (por exemplo); e portanto, com um olhar muito mais cinematográfico, do que pictórico, desses artífices e cineastas pré-históricos, a cumprir seus papéis relevantes enquanto arte, proto-lingauagem artística: os aspectos pedagógicos e terapêuticos, relacionado às artes, em geral.

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Publicado

2026-10-27 — Atualizado em 2026-10-27

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Seção

Estéticas da Arqueologia: diálogos mediados por imagens rupestres