Filosofía en la Escuela Secundaria
la razón estratégica y el desafío de la intersubjetividad en el ámbito escolar
DOI:
https://doi.org/10.5281/v.j..vi24.7305Palabras clave:
Ensino de Filosofia – Linguagem – Intersubjetividade – Escola.Resumen
Alicerçado em uma leitura habermasiana sobre a racionalidade instrumental – cuja finalidade é a dominação racional do mundo – destacaremos neste artigo a função colaborativa que a Filosofia pode desempenhar no restabelecimento do papel fundamental da unidade racional no espaço escolar. Contudo, a linguagem será nosso principal horizonte. É necessário destacar que o Ensino de Filosofia por uma perspectiva dialógica precisa, constantemente, superar a visão de um ensino mecanizado e encerrado. É preciso evidenciar o espaço da Escola como um lugar de socialização e de experiência formativa. Um espaço onde professores e alunos possam assumir a função de intérpretes e incentivadores do mundo da vida. Portanto, a principal intenção dessa reflexão é pensar o Ensino de Filosofia a partir de um novo paradigma de aprendizagem, a qual a intersubjetividade é a sustentação do ato educativo.
Referencias
ARAGÃO, Lucia. 2002. Habermas: Filósofo e sociólogo do nosso tempo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. ARAGÃO, L. M. 1997. Razão comunicativa e teoria social crítica em Jürgen Habermas. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. BANNELL, R. I. 2006. Habermas & educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2006. COUTINHO, M. de S. P. 2002. Racionalidade comunicativa e desenvolvimento humano em Jürgen Habermas: bases de um pensamento educacional. Lisboa: Colibri. FULLAT, O.1994. Filosofias da educação. Trad. Roque Zimmermann. Petrópolis: Vozes. HABERMAS, J. 1975. Conhecimento e Interesse. In: Escola de Frankfurt. Os Pensadores, XLVIII. São Paulo: Abril Cultural. __________. 1990. Pensamento pós-metafísico: estudos filosóficos/Jurgen Habermas. 2. Ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. __________. 2000. O discurso filosófico da modernidade. Trad.: Luiz Sergio Repa. Rodnei Nascimento. São Paulo: Editora Martins Fontes. __________. 2012. Teoria do agir comunicativo II: sobre a crítica da razão funcionalista. Tradução Flavio Beno Siebeneichler. São Paulo: Editora Martins Fontes. LARA, A. T. 1986. Caminhos da razão no ocidente: a Filosofia Ocidental do renascimento aos nossos dias. Petrópolis, Vozes. LIMA, J. F. 2003. Reconstrução da tarefa educativa: uma alternativa para a crise e a desesperança. Porto Alegre: Mediação.. LIMA, J. A. de O. 2019. O ensino de Filosofia por uma perspectiva dialógica: a competência discursiva como caminho para intersubjetividade no âmbito escolar. 105 págs. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Pernambuco, CFCH. Programa de Mestrado Profissional em Filosofia, Recife. MATOS, J. C. 2015. Dialogação: Filosofia da Educação. 1. ed. – Curitiba, PR: CRV. MÜHL, E. H. 2003. Habermas e a Educação: ação pedagógica como agir comunicativo. Passo Fundo: UPF. PIZZI, J. 1994. Ética do discurso: a racionalidade ético-comunicativa. Porto Alegre: EDIPUCRS. PRESTES, Nadja M. H. 1996. Educação e Racionalidade: conexões e possibilidades de uma razão comunicativa na escola. Porto Alegre: EDIPUCRS.
.jpg)