Charles Taylor e o seu diagnóstico das maleitas da modernidade

Autores

  • Paulo Fontes Universidade dos Açores e Universidade de Évora

DOI:

https://doi.org/10.5281/v.j..vi24.7318

Palavras-chave:

autenticidade; reconhecimento; ética; individualismo; identidade; Charles Taylor.

Resumo

Pretendemos convocar aqui a avaliação crítica da cultura moderna ocidental que Charles Taylor realiza, a partir da sua obra a Ética da Autenticidade, ao caracterizar o mal-estar da modernidade pela perda de horizontes de significado, nomeadamente, pela substituição de uma ordem cósmica que sustentava as hierarquias sociais, por um individualismo subjetivista e relativista. Nesse novo enquadramento o sentimento de mal-estar que perscruta a modernidade passa agora a ser compreendido, também, como a primazia da razão instrumental sobre a vida dos indivíduos e pela perda de liberdade sustentada por esse esbater dos horizontes morais. A partir do diagnóstico destas três maleitas Taylor destaca o princípio de vitalidade da modernidade: a autenticidade. O Autor não se detém no debate em torno da modernidade, mas pretende compreender as fontes morais da nossa civilização ocidental, muitas vezes ocultadas nesse debate, de forma a empreendermos "um trabalho de regeneração" dos ideais da modernidade.

Referências

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Publicado

2024-11-30

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Artigos

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Charles Taylor e o seu diagnóstico das maleitas da modernidade. (2024). Virtualia Journal, 24, 29-43. https://doi.org/10.5281/v.j..vi24.7318