A crítica de Pierre Bayle à superstição

Authors

  • Marcelo de Sant'Anna Alves Primo Federal University of Sergipe image/svg+xml

DOI:

10.5281/v.j..v1i9.2361

Abstract

A superstição é definida por Pierre Bayle em diversos momentos de sua obra como: a) como algo característico da corrupção natural humana; b) como a prova da facilidade do homem em se ater às mais diversas crendices, logo estando sujeito não só a uma, mas a todo tipo de superstições; c) como o fenômeno que se instaurou e se disseminou na sociedade, perseguindo a todos e gerando ilusões por toda parte através de presságios, profecias, prodígios, e sinais. Nesse quadro de diversas e intangíveis absurdidades que a superstição ganha forma, indo para além dos domínios da razão e assim, torna-se manifesta a sua oposição à filosofia, através das dicotomias entre o entendimento e a imaginação e entre as explicações científicas e os relatos fabulosos.

Published

2017-04-01

How to Cite

A crítica de Pierre Bayle à superstição. (2017). Virtualia Journal, 1(9). https://doi.org/10.5281/v.j..v1i9.2361