Fissuras pós-abissais em espaços demarcados pela bipedia compulsória na dança

Resumo

Este artigo reflete sobre a formação e a profissionalização de artistas com deficiência, no Brasil. Busca-se identificar aspectos que dificultam a inserção dessas pessoas no campo da Dança, apresentando a “bipedia compulsória”, conceito em desenvolvimento pelo autor, como fator de exclusão e manutenção das relações de poder sobre esses corpos. Procura-se, ainda, compreender o pensamento pós-abissal (SANTOS, 2010) como alternativa para borrar as fronteiras impostas pelo pensamento hegemônico na Dança.

Biografia do Autor

Edu O., Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Artista-pesquisador e doutorando no Doutorado Multiinstitucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento (UFBA-UNEB-IFBA-UEFS-LNCC-SENAI-CIMATEC). Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Dança da Universidade Federal da Bahia (PPGDANÇA/UFBA). Graduado em Belas Artes tambpem pela UFBA. E-mail: eduimpro@gmail.com.

Publicado
2020-07-21