Regimes de narratividade no teatro

  • Daniel Furtado Simões da Silva
Palavras-chave: Tradução intersemiótica, Texto literário e texto cênico, Regimes de narratividade

Resumo

Neste artigo discuto alguns aspectos da transposição do texto literário para o palco, enfocando questões concernentes à tradução intersemiótica e à criação do texto cênico. Nesse processo, destaco a criação do que defi no como regime de narratividade, concretizado na forma como a narrativa teatral é conduzida.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

ARISTÓTELES. Arte retórica e arte poética. 16ª ed. Rio de Janeiro: Ediouro, s/d.

BARTHES, Roland. Essais critiques. Paris: Editions du Seuil, 1964.

CAMPOS, Haroldo de. Deus e o diabo no Fausto de Goethe. São Paulo: Perspectiva, 1981.

COELHO NETTO, J. T. Em cena, o sentido. São Paulo: Duas Cidades, 1980.

ELAM, Keir. The semiotics of theatre and drama. London and New York: Mithuen, 1980.

GENETTE, Gérard. Palimpsestes. Paris: Éditions du Seuil, 1982.

HONZL, Jindrich. A mobilidade do signo teatral. In: COELHO NETTO, J. T.; GUINSBURG, J.; CARDOSO, R. C. Semiologia do teatro. São Paulo: Perspectiva, 1988. p. 125-147.

JAKOBSON, Roman. Lingüística e comunicação. São Paulo: Cultrix, 1985.

LESSING, Gothold. De teatro e literatura. São Paulo: Editora Herder, 1964.

PAVIS, Patrice. Dicionário de teatro. São Paulo: Perspectiva, 1999.

PAZ, Octavio. Signos em rotação. São Paulo: Perspectiva, 1976.

PLAZA, Júlio. Tradução intersemiótica. São Paulo: Perspectiva, 2003.

Publicado
2017-04-26
Edição
Seção
Teatro