Autodidatismo como potencializador da aprendizagem de línguas
um estudo de casos
Resumo
Apesar do interesse em aprender uma língua estrangeira por grande parte da população, há impedimentos para alcançar a proficiência, que perpassam pela má qualidade de ensino de línguas nas escolas, falta de acesso a cursos privados, mau uso das TDICs (Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação), bem como, não ter estratégias adequadas para estudar de forma autodidata. Assim sendo, propomos, neste trabalho, analisar o fenômeno autodidata através de uma pesquisa qualitativa com estudo de casos de três pessoas que alcançaram a competência comunicativa na língua inglesa. Assim sendo, foram conduzidas entrevistas com três egressas de cursos de Letras Inglês de universidades brasileiras. Neste documento, apresentamos um recorte focado em itens relacionados às habilidades de comunicação e compreensão, além do uso de recursos tecnológicos no processo de aprendizagem de línguas. Para discussão das temáticas, baseamo-nos em referenciais teóricos sobre aprendizagem de línguas (Hymes, 1979; Paiva, 2009; 2010; 2012), uso de tecnologias na aprendizagem (Monico, 2017; Moura; Moura, 2024) e autodidatismo (Tavares, 2015). Os relatos apresentados por cada participante mostraram que no estudo autônomo de línguas, com persistência e através de estratégias de aprendizagem, é possível obter resultados satisfatórios na busca da proficiência.
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Referências
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