O feminismo comunitário contra o colonialismo
Resumo
O presente artigo procura demonstrar a existência de um feminismo destoante daquele que se coloca enquanto universal, a saber o que possui apenas pautas eurocêntricas voltadas para o interesse de determinadas classes sociais privilegiadas. O modo de vida comunitário é debatido por autoras distantes da lógica capitalista como Lugones, Cusicanqui, Julieta Paredes, Silvia Federice e bell hooks. Elas defendem um novo tipo de organização social e econômica das sociedades. Nesse sentido, um diálogo entre feministas latino-americanas, negras, indígenas e mesmo europeias dispostas a questionar o capitalismo através de novas fontes é fundamental para o próprio movimento. Somente um feminismo descolonizado será capaz de reverter todas as leis imposta pelo homem europeu.
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