O feminismo comunitário contra o colonialismo
Resumo
O presente artigo procura demonstrar a existência de um feminismo destoante daquele que se coloca enquanto universal, a saber o que possui apenas pautas eurocêntricas voltadas para o interesse de determinadas classes sociais privilegiadas. O modo de vida comunitário é debatido por autoras distantes da lógica capitalista como Lugones, Cusicanqui, Julieta Paredes, Silvia Federice e bell hooks. Elas defendem um novo tipo de organização social e econômica das sociedades. Nesse sentido, um diálogo entre feministas latino-americanas, negras, indígenas e mesmo europeias dispostas a questionar o capitalismo através de novas fontes é fundamental para o próprio movimento. Somente um feminismo descolonizado será capaz de reverter todas as leis imposta pelo homem europeu.
Copyright (c) 2023 Pamela Cristina de Gois

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Declaração de Direito Autoral
Autorizo a revista (entre)linhas a realizar a primeira publicação da versão revisada do meu artigo, que será distribuído sob a Licença Creative Commons Attribution, permitindo sua circulação desde que sejam devidamente reconhecidas a autoria e a primeira publicação neste periódico.
Declaro, ainda, que o manuscrito não está em avaliação por outra revista nem foi publicado integralmente em qualquer outro periódico, responsabilizando-me plenamente por sua originalidade e por eventuais questionamentos de terceiros quanto à autoria.





1.png)
