Realismos subjetivos
Jacques Rancière e Mario Vargas Llosa leem Madame Bovary
Resumo
O presente artigo tem por escopo investigar de modo detido a maneira pela qual o filósofo francês Jacques Rancière e o literato peruano Mario Vargas Llosa interpretam determinados aspectos da obra Madame Bovary, de Gustave Flaubert, cuja fortuna crítica a consagrou como marco intransponível do romance moderno. Para alcançar tal objetivo, delineio inicialmente considerações atinentes à história intelectual e às modalidades de abordagem da literatura que prescindem do texto literário em sua materialidade; em seguida, examino diferentes concepções de “realismo” que se sedimentaram no horizonte teórico; culminando, por fim, na análise de como os referidos autores apreendem o estatuto do “realismo” flaubertiano.
Licença

Esta publicação está licenciada sob uma licença Licença Creative Commons Attribution.
Declaração de Direito Autoral
Autorizo a revista (entre)linhas a realizar a primeira publicação da versão revisada do meu artigo, que será distribuído sob a Licença Creative Commons Attribution, permitindo sua circulação desde que sejam devidamente reconhecidas a autoria e a publicação inicial neste periódico.
Declaro, ainda, que o manuscrito não está em avaliação por outra revista nem foi publicado integralmente em qualquer outro periódico, responsabilizando-me plenamente por sua originalidade e por eventuais questionamentos de terceiros quanto à autoria.





1.png)
