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REABERTURA DO DOSSIÊ NANCY
 
Caras colaboradoras e caros colaboradores da ArteFilosofia,
 
Anunciamos a reabertura do dossiê Nancy. Receberemos textos até o dia 31 de janeiro de 2023.
 

“Será que inventamos o céu com o único fim de fazer cair os corpos?” “Chegou o tempo de escrever e de pensar este corpo no afastamento infinito que o faz nosso, que o faz vir a nós de longe, de mais longe que todos os pensamentos: o corpo exposto da população do mundo.” “(Donde esta necessidade, que é por ora inteiramente indecifrável: este corpo exige uma escrita, um pensamento popular).” (NANCY, J.L., Corpus.)[1]

 

Em 23 de agosto do triste e infeliz ano de 2021, pouco depois de completar 81 anos, morreu Jean-Luc Nancy (26/07/1940), filósofo francês, professor emérito da Universidade de Strasbourg (atualmente Université Marc Bloch), autor de obra vasta e heterogênea, composta de mais de 50 livros publicados, que versam tanto sobre vários filósofos como Descartes, Kant, Hegel, Nietzsche, Heidegger, Bataille, Derrida, como desenvolvem seu próprio pensamento. Autor profícuo, de interesses que não pararam de se modificar com o tempo, não há praticamente tema que não tenha sido tratado pela sua reflexão: além dos clássicos, psicanálise, política, arte, literatura, cinema, outros tantos que desdobram seus interesses anteriores descrevendo uma rotação vertiginosa em seu pensamento: a pintura e o retrato, o gozo, a embriaguez, a identidade, a catástrofe, a comunidade e o comunismo, a democracia e a desconstrução do cristianismo, o coronavírus.

Nesse imenso percurso de pensamento gostaríamos de privilegiar um fio condutor que parte da experiência do corpo e leva à experiência do comum. Que a evocação de dados biográficos não surpreenda aos profissionais do campo da filosofia. Afinal os filósofos proverbialmente pareciam entender que a dedicação ao pensamento pressupunha uma ausência de vida exterior. Sugerimos um caminho inverso para abordar o pensamento de Nancy, desde sempre marcado pela interferência da existência, em um pensamento que não cessou de se abrir para o que lhe é exterior. Mencionamos assim dois acontecimentos em sua biografia, que consideramos vetores essenciais do caminho de seu pensamento.

O primeiro, como é do conhecimento de quase todo mundo, em 1990, Nancy foi diagnosticado com uma gravíssima doença cardíaca, que o teria provavelmente levado à morte prematura (aos 50 anos), se não fosse a operação de transplante, ocorrida em 1992 e que prolongou sua vida, para nossa alegria, por mais abençoados e fecundíssimos 28 anos! A experiência foi objeto de um curto relato, O intruso (2000).

É muito provável que essa experiência de radical desapropriação, pela qual seu próprio corpo passou, com a medicina, com a técnica e que lhe concedeu inesperados e produtivos anos de vida, tenha marcado profundamente o seu pensamento. Consideramos esse “pensamento do corpo”,[2] e do “corpo-fora” – do qual Corpus (1992), escrito antes e depois da cirurgia de transplante, constitui talvez uma inflexão essencial – é da maior relevância e atualidade. Na história da Metafísica Ocidental, não há noção mais esquecida e desprezada do que a do corpo.

O segundo vetor talvez seja a sua longa amizade com o filósofo Philippe Lacoue-Labarthe, com quem construiu uma vida, pensamento e docência em comum. Perguntamo-nos se a experiência de escrita em parceria não foi uma das marcas características de sua trajetória. A quatro mãos eles escreveram uma série de livros e desenvolveram projetos em conjunto:  O título da letraL’Absolu Littéraire, O mito nazi, para nomear apenas alguns. Identificamos aí uma das matrizes da experiência de um “com-viver”, de uma “comunidade”. Talvez aí tenha nascido o pensamento do comum, que orientou e continuou a orientar não só um pensar sobre o mundo e seus múltiplos corpos, mas também um perguntar sobre o sentido da própria experiência de pensamento e da relação entre pensamento e ação.

A Revista ARTEFILOSOFIA convida todos/as interessados/as em participar do próximo número (segundo semestre de 2022) em homenagem a Jean-Luc Nancy, a submeterem suas propostas de ensaios, traduções, sobre qualquer um dos inúmeros temas da extensa obra desse filósofo francês que há pouco nos deixou, destaquemos alguns:

- Corpo; Estética; Filosofia; Política; Comunidade; Sentido; Mundo; Democracia; Desconstrução; Amizade; Sublime; Cinema; Artes; Religião. 


ORGANIZADORAS E ORGANIZADOR:

Virginia de Araujo Figueiredo (UFMG)
Márcia Sá Cavalcante Schuback (Södertörn University)
João Camillo Penna (UFRJ)
 

// As submissões devem estar em conformidade com as "condições para submissão", "diretrizes para autores", "padrões de formatação e "padrões bibliográgicos e citações" da revista Artefilosofia que podem ser consultadas na página. No caso de traduções, é necessário autorização da editora que detém os direitos autorais da obra de Nancy. //

 

[1] NANCY, J.L., Corpus. Trad. Tomás Maia. Lisboa: Ed. Veja Passagens, 2000, pp. 8 e 13.

[2] NANCY, J.L. Corpus, op.cit., p. 36.

  • Reabertura do Dossiê Nancy

    2022-12-01
    Caras colaboradoras e caros colaboradores da ArteFilosofia,   Anunciamos a reabertura do dossiê Nancy. Receberemos textos até o dia 31 de janeiro de 2023.  

    “Será que inventamos o céu com o único fim de fazer cair os corpos?” “Chegou o tempo de escrever e de pensar este corpo no afastamento infinito que o faz nosso, que o faz vir a nós de longe, de mais longe que todos os pensamentos: o corpo exposto da população do mundo.” “(Donde esta necessidade, que é por ora inteiramente indecifrável: este corpo exige uma escrita, um pensamento popular).” (NANCY, J.L., Corpus.)[1]

     

    Em 23 de agosto do triste e infeliz ano de 2021, pouco depois de completar 81 anos, morreu Jean-Luc Nancy (26/07/1940), filósofo francês, professor emérito da Universidade de Strasbourg (atualmente Université Marc Bloch), autor de obra vasta e heterogênea, composta de mais de 50 livros publicados, que versam tanto sobre vários filósofos como Descartes, Kant, Hegel, Nietzsche, Heidegger, Bataille, Derrida, como desenvolvem seu próprio pensamento. Autor profícuo, de interesses que não pararam de se modificar com o tempo, não há praticamente tema que não tenha sido tratado pela sua reflexão: além dos clássicos, psicanálise, política, arte, literatura, cinema, outros tantos que desdobram seus interesses anteriores descrevendo uma rotação vertiginosa em seu pensamento: a pintura e o retrato, o gozo, a embriaguez, a identidade, a catástrofe, a comunidade e o comunismo, a democracia e a desconstrução do cristianismo, o coronavírus.

    Nesse imenso percurso de pensamento gostaríamos de privilegiar um fio condutor que parte da experiência do corpo e leva à experiência do comum. Que a evocação de dados biográficos não surpreenda aos profissionais do campo da filosofia. Afinal os filósofos proverbialmente pareciam entender que a dedicação ao pensamento pressupunha uma ausência de vida exterior. Sugerimos um caminho inverso para abordar o pensamento de Nancy, desde sempre marcado pela interferência da existência, em um pensamento que não cessou de se abrir para o que lhe é exterior. Mencionamos assim dois acontecimentos em sua biografia, que consideramos vetores essenciais do caminho de seu pensamento.

    O primeiro, como é do conhecimento de quase todo mundo, em 1990, Nancy foi diagnosticado com uma gravíssima doença cardíaca, que o teria provavelmente levado à morte prematura (aos 50 anos), se não fosse a operação de transplante, ocorrida em 1992 e que prolongou sua vida, para nossa alegria, por mais abençoados e fecundíssimos 28 anos! A experiência foi objeto de um curto relato, O intruso (2000).

    É muito provável que essa experiência de radical desapropriação, pela qual seu próprio corpo passou, com a medicina, com a técnica e que lhe concedeu inesperados e produtivos anos de vida, tenha marcado profundamente o seu pensamento. Consideramos esse “pensamento do corpo”,[2] e do “corpo-fora” – do qual Corpus (1992), escrito antes e depois da cirurgia de transplante, constitui talvez uma inflexão essencial – é da maior relevância e atualidade. Na história da Metafísica Ocidental, não há noção mais esquecida e desprezada do que a do corpo.

    O segundo vetor talvez seja a sua longa amizade com o filósofo Philippe Lacoue-Labarthe, com quem construiu uma vida, pensamento e docência em comum. Perguntamo-nos se a experiência de escrita em parceria não foi uma das marcas características de sua trajetória. A quatro mãos eles escreveram uma série de livros e desenvolveram projetos em conjunto:  O título da letraL’Absolu Littéraire, O mito nazi, para nomear apenas alguns. Identificamos aí uma das matrizes da experiência de um “com-viver”, de uma “comunidade”. Talvez aí tenha nascido o pensamento do comum, que orientou e continuou a orientar não só um pensar sobre o mundo e seus múltiplos corpos, mas também um perguntar sobre o sentido da própria experiência de pensamento e da relação entre pensamento e ação.

    A Revista ARTEFILOSOFIA convida todos/as interessados/as em participar do próximo número (segundo semestre de 2022) em homenagem a Jean-Luc Nancy, a submeterem suas propostas de ensaios, traduções, sobre qualquer um dos inúmeros temas da extensa obra desse filósofo francês que há pouco nos deixou, destaquemos alguns:

    - Corpo; Estética; Filosofia; Política; Comunidade; Sentido; Mundo; Democracia; Desconstrução; Amizade; Sublime; Cinema; Artes; Religião. 


    ORGANIZADORAS E ORGANIZADOR:

    Virginia de Araujo Figueiredo (UFMG)
    Márcia Sá Cavalcante Schuback (Södertörn University)
    João Camillo Penna (UFRJ)
     

    // As submissões devem estar em conformidade com as "condições para submissão", "diretrizes para autores", "padrões de formatação e "padrões bibliográgicos e citações" da revista Artefilosofia que podem ser consultadas na página. No caso de traduções, é necessário autorização da editora que detém os direitos autorais da obra de Nancy. //

     

    [1] NANCY, J.L., Corpus. Trad. Tomás Maia. Lisboa: Ed. Veja Passagens, 2000, pp. 8 e 13.

    [2] NANCY, J.L. Corpus, op.cit., p. 36.

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  • SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ORCID

    2022-11-01

    Caras colaboradoras e caros colaboradores, tudo bem? Gostaria de solicitar/reforçar a importância do ORCID, que em breve será obrigatório no sistema da revista ArteFilosofia. ORCID é o "Open Researcher and Contributor ID" ou, em português brasileiro, "ID Aberta de Pesquisador e Contribuidor". O endereço ORCID tem sido cada vez mais exigido em periódicos na filosofia e ciências humanas, em adequação a parâmetros editoriais nacionais e internacionais, garantido maior oportunidade de indexação e consequente internacionalização. Alguns exemplos de periódicos que já exigem o ORCID são a Revista Sofia (UFES), Cadernos de Filosofia Alemã (USP), Revista AURORA (PUC-PR) e Aufklärung: Revista de Filosofia (UFPB).  

    Contamos com a ajuda de vocês, seja no cadastro no site, seja na inserção em artigos em avaliação, nas opções de "adicionar comentários". 

    Cordialmente,

     

    Gabriel Assumpção

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  • Novo Editor Chefe

    2022-10-04

    Boa tarde, pessoal. Espero que estejam bem e em segurança. Informo que, após detalhado treinamento com o Ex-Editor Chefe, Dr. Ricardo M. Nachmanowicz, agora sou o novo Editor Chefe da revista Artefilosofia.

    Sou o Prof. Dr. Gabriel Almeida Assumpção, pós-doutorando PDJ/CNPq na UFOP e trabalho com estética no idealismo e primeiro romantismo alemão e, também, em Mihaly Csikszentmihalyi. Sou autor da obra "Criação das artes plásticas e produtividade da natureza em Friedrich Schelling" (Edições Loyola, 2022) e traduzo obras de filosofia, já tendo traduzido Vittorio Hösle, Friedrich Schelling e Friedrich von Hardenberg (Novalis). Com gratidão ao Ricardo pelo excelente trabalho, espero fazer o melhor para que a revista continue crescendo, e reforço convites para submeterem artigos, traduções e entrevistas! 

     

    Cordialmente,

    Dr. Gabriel Almeida Assumpção

    Editor Artefilosofia 

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  • Chamada de artigos / Filosofia do som e do audível

    2022-01-26

    CHAMADA DE ARTIGOS

    FILOSOFIAS DO SOM E DO AUDÍVEL

     

    ArteFilosofia

    Revista de Teoria da Arte, Estética e Filosofia da Arte

    Organizado por Igor Reyner (Unespar) e Jean-Pierre Caron (UFRJ)

     

    A revista Artefilosofia convida toda a comunidade acadêmica a submeter artigos sobre os temas:

    O som no longo século xvii/ Ressonância e iluminismo/ Metafísica da escuta e romantismo alemão/ Fisiologia acústica e estética/ Fenomenologia da escuta/ Filosofia da percepção e filosofia analítica: teorias proximais, mediais e distais do som/ O inconsciente acústico/ Objeto sonoro/ O sujeito ouvinte/ A acusmática como domínio filosófico/ O audível/ Pensar com os ouvidos/ Escuta e desconstrução/ Som, escuta e biopolítica/ Filosofia do ruído ou ontologia do ruído/ Som e modalidades sensoriais cruzadas/ Virtualidades sonoras, agregados sonoros e percepções emergentes/ O som como informação e dado digital.

    A revista aceita trabalhos de doutorandos. Os artigos devem estar em acordo com as normas da revista, que podem ser conferidas aqui: https://periodicos.ufop.br/raf/about/submissions

    Data limite para o envio de artigos: 16/05/2022


    Leia mais: https://periodicos.ufop.br/raf/announcement/view/269

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  • Edital / Proposta de Dossiê

    2021-08-09

    A revista Artefilosofia convida toda a comunidade artística e filosófica, bem como estetas de todas as áreas, a inscreverem projetos de Dossiê. O prazo para envio de propostas começa no dia 02/08/2021 e termina no dia 01/11/2021.

    As propostas serão julgadas pelo corpo editorial da revista Artefilosofia de acordo com os seguintes critérios: (1) Adequação à linha de Estética e Filosofia da arte, (2) Atualidade e relevância do tema e (3) Abertura a colaborações internacionais. 

    Os projetos aprovados terão as chamadas para submissões agendadas de acordo com o calendário da revista.

    No projeto devem constar Título, Texto da chamada para submissões (português e inglês) e Nome dos organizadores. São atribuições dos organizadores acompanhar e avaliar os artigos submetidos, segundo critérios da revista, designar pareceristas e definir a ordem e a arte de capa da publicação.

    Desde já agradecemos.


    Att.

    Ricardo M. Nachmanowicz

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  • Edital / Proposta de Dossiê

    2021-08-09

    A revista Artefilosofia convida toda a comunidade artística e filosófica a inscrever projetos de Dossiê. O prazo para envio de propostas começa no dia 09/08/2021 e ficará aberto até que sejam selecionados pela equipe editorial da revista dois projetos.

    As propostas serão julgadas pelo corpo editorial da revista Artefilosofia, de acordo com os seguintes critérios: (1) Adequação à linha de Estética e Filosofia da arte, (2) Atualidade e relevância do tema e (3) Abertura a colaborações internacionais. 

    Os projetos aprovados terão as chamadas para submissões agendadas de acordo com o calendário da revista.

    No projeto devem constar Título, Texto da chamada para submissões (português e inglês) e Nome dos organizadores. São atribuições dos organizadores acompanhar e avaliar os artigos submetidos, segundo critérios da revista, designar pareceristas e definir a ordem e a arte de capa da publicação.

    Desde já agradecemos a atenção


    Att.

    Ricardo M. Nachmanowicz

     

     

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  • CALL FOR PAPERS ARTEFILOSOFIA JOURNAL: AFRICAN AESTHETIC DOSSIER

    2019-04-03

    In the history of Africa are involved events of invasion, rape, enslavement, plundering of natural wealth and robbery of artistic heritage. These actions, practiced for centuries, were sustained by the white belief of "superiority" committed to constructing an ideological discourse, supported by a discourse that scientifically attributed the "innate inferiority" of the Black African.

    Deadline for submission: 14/09/2019.

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  • Adiamento da Chamada de artigos da Revista Artefilosofia: Dossiê Estética Africana

    2019-04-03

    Na história de África estão envolvidos eventos de invasão, violação, escravização, pilhagem de riquezas naturais e roubo de patrimônio artístico. ais ações, praticadas durante séculos, foram sustentadas pela crença branca de “superioridade” empenhada em construir um discurso ideológico, apoiado por um discurso que atribuía cientificamente a “inferioridade inata” do negro-africano.

    DATA DE ENVIO: 14/09/2019

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  • Call for papers: Artefilosofia Journal n. 26 / Dossier: Vilém Flusser, Walter Benjamin – the technical ambiguities

    2018-06-19

    In different moments of his work, Walter Benjamin reflects upon the question of technology and related issues such as work as the mediation between man and nature, conducting his critical analysis of progress. He says: “What’s the idea? to speak of progress to a world sinking into the rigidity of death. (...)

    Deadline for submission: 03/22/2019.

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  • Chamada de Artigos Artefilosofia n.26 / Dossiê: Vilém Flusser, Walter Benjamin – as ambiguidades da técnica

    2018-03-18

    Walter Benjamin reflete, em diversos momentos de sua obra, sobre a questão da técnica e temas correlatos, tais como o trabalho como mediador entre o ser humano e a natureza, realizando sua crítica ao progresso.

    Data de envio do texto: 22/03/2019

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