Um comentário sobre "Nada que é dourado permanece, hilo, amáka, terra preta de índio", de Denilson Baniwa

Palavras-chave: arte indígena, Denilson Baniwa, performance, territorio, memória, território

Resumo

Neste artigo, a partir do trabalho do artista Denilson Baniwa Nada que é dourado permanece, hilo, amáka, terra preta de índio, realizado na exposição Véxoa: Nós sabemos, na Pinacoteca de São Paulo, em 2020, discutem-se questões relacionadas à memória, ao território e ao modo como movimentos que incluem humanos e não humanos se entrelaçam na produção de um trabalho artístico.

Biografia do Autor

Lourenço Martins Marques, UFMG

Lourenço Martins Marques é artista, integrante e cofundador da Companhia Suspensa e mestrando do Programa de Pós-Graduação em Artes da UFMG, na linha de pesquisa "Artes da cena", sob a orientação de Lucia Gouvêa Pimentel. Bolsista CAPES.

Lúcia Gouvêa Pimentel , UFMG

Lucia Gouvêa Pimentel é artista, pesquisadora, arte/educadora e professora titular da Escola de Belas Artes da UFMG. É líder do Grupo de Pesquisa Ensino de Arte e Tecnologias Contemporâneas.

Referências

BANIWA, Denilson. Transcrição, cedida pelo autor, de entrevista concedida para o vídeo TERRA FÉRTIL: Véxoa e a arte indígena contemporânea na Pinacoteca de São Paulo. Roteiro, direção e produção Débora McDowell e Jamille Pinheiro Dias. São Paulo: 2020. Não publicado.

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TERRA FÉRTIL: Véxoa e a arte indígena contemporânea na Pinacoteca de São Paulo. Vídeo. Roteiro, direção e produção Débora McDowell e Jamille Pinheiro Dias. São Paulo: 2020. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=7VnYH4VgaAE. Acesso em: 3 fev. 2021.

Publicado
2021-10-31